quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

E se um dia.


E se um dia tudo se tornar cinzento, se um dia tudo for desprovido de sol, se um dia se tornar um desses dias, eu espero conseguir olhar para trás e lembrar-me do quão completa foi/está a minha vida.

Lembrar-me que se fomos/estamos felizes, isso pode ser repetido.

Apesar da máxima que nada dura para sempre, tenho momentos já vividos, pessoas ao meu lado que me fazem assim, tão dona do meu sorriso.

A ouvir Femme like you- k'maro... ;)

by N.

Alma gémea

Já encontraram a vossa?

by C.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

By Massimo Dogana.


Ora cá está a única prenda de 900 euros que daria a alguém que não gosto.

É que lhe iam assentar que nem uma luva!

by C.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

É impressão minha?








Ou esta piquena está a precisar urgentemente de um fashion adviser?
by C.

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Comi um livro

Sim S., foi a minha companhia na viagem e num acto de fome tresloucada, não me deitei enquanto a última página não foi desfolhada.

Estás a perceber o porque de não poder ler em épocas de exame?

Adorei, mas aparte da narrativa, o raio do bêbado Bartolomeu era uma moca!

Aconselho.

by N.

Confesso...

...que a minha opinião sobre este caso está confusa. Então as irmãs do senhor foram de limousine até Times Square para por metade das cinzas numa sarjeta. Sim, limousine. Sim, sarjeta.

by C.

domingo, 16 de janeiro de 2011

O Texas mora aqui.


Depois de uma rápida saída de casa para comprar aquilo que viria a ser a companhia do último rolo de papel higiénico existente cá em casa, paro para tomar um café no centro comercial. Sento-me na única mesa disponível, ainda que cheia de restos de comida e papéis daquela fantástica cadeia de restaurantes que não engorda nadinha e tampouco faz mal. Na mesa da frente reparo em duas figuras masculinas, uma delas com um estilo muito wild west, em que só faltava mesmo o fio de palha no canto da boca. Eis que uma delas decide testar o seu (não existente) charme:

A figura: Olha, como te chamas?

Eu: (com um ar espantadissímo e surpreso de tal abordagem) O quê?

A figura: Como te chamas? (seguiu-se um semi-piscar de olho que quase me fez entornar o café)

Eu: Acho que não interessa...

A figura: Mas és de onde? A tua cara não me é estranha...

Eu: Mas isto é algum interrogatório? Desculpa mas não vou responder a essas perguntas a quem não conheço.

(Nesta fase já estava eu a mexer o café a mil, para ver se aquilo tinha fim e pirar-me dali de vez)

A figura: Vem sentar-te aqui.

Eu: O quê?!!

A figura: Vem sentar-te aqui e dá-me o teu mail.

Eu: (Já foste!) O meu não dou, mas se quiseres podes ficar com o do meu namorado.

A figura: (Num simples e sucinto) Ah... Prazer em conhecer-te.

E assim se faz uma tarde de Domingo. E assim se sabe que o Texas mora aqui.

by C.

sábado, 15 de janeiro de 2011

Estes dias...

Têm sido mais ou menos assim. Olhar para o mundo e não vivê-lo. É falar com as paredes. Discutir com os livros. E no pouco espaço de tempo organizar a desarrumação caseira. Agora resta esperar que o esforço de estar isolada do meu mundo, valha a pena. Hoje os pratos riram-se para mim, devem ter gostado do ar mais clean que lhes dei. Ou então estou a ficar doidinha, e sou eu que já me rio para eles a fim de conseguir ter uma conversa com alguém. Quiçá falar da novela que deu um quarto para as cinco. Sim, é que a caneta já não me consegue ouvir. A tostadeira já cora. Cora de tal maneira que já passavam das dez da manhã e lá continuava ela, corada. São vidas.

by C.

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Quer se me parecer...


... que a pequena está a precisar de um irmão.

Quem sabe?

by N.

Eles andam aí...

A C. num momento de reflexão, enquanto a rua estava morta de gente, pediu um sinal.

O SINAL chegou.

Azar do caraças, veio sem livro de instruções... e agora quer dizer o que? Que foi uma resposta ao seu pedido foi, mas não entendemos o que quer dizer.

Lá está, a pedir, sejam muito específicos, o N. pediu para nevar, tinha saudades dela, nevou de noite e não viu. Específicos amigos, específicos...

by N.

Já foste!


Anda uma pessoa muito bem e pumbas, 'cença que vamos por tudo com uma crise de identidade...

Capricórnio: De 20 Janeiro a 16 Fevereiro
Aquário: De 16 Fevereiro a 11 Março
Peixes: De 11 Março a 18 Abril
Carneiro: De 18 Abril a 13 Maio
Touro: De 13 Maio a 21 Junho
Gémeos: De 21 Junho a 20 Julho
Caranguejo: De 20 Julho a 10 Agosto
Leão: De 10 Agosto a 16 Setembro
Virgem: De 16 Setembro a 30 Outubro
Balança: De 30 de Outubro a 23 Novembro
Escorpião: De 23 a 29 Novembro
Serpentário (Ophiuchus): De 29 Novembro a 17 Dezembro
Sagitário: De 17 Dezembro a 20 Janeiro

Tomai e calai.

E porque porque ? A pipoca explica...

by N

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Das coisas que passo bem sem.

Coca-cola. É verdade, passo bem sem coca-cola e Co. Não aprecio por aí além refrigerantes.

Claro que quando se fala de Pizza (de Pizza Hut!!!) o caso muda de figura. Aí já fico indecisa entre o meu eterno Ice Tea ou uma Cocacolazita. É que Pizza sem um fresco e calórico refrigerante é como "neném sem chupeta, Romeu sem Julieta...". Já dizia a outra. A Calcanhoto.

by C.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Nostalgia.

Temos vontade de crescer rápido quando temos o tempo todo do mundo. E quando crescemos, temos saudade de todo o tempo do mundo que outrora tínhamos e já não temos mais.

By C.

Sobre o que todos falam.

Sobre a morte de Carlos Castro. Sobre o quão intrincada é a mente humana que faz com que, mesmo a aparente pacata e boa personalidade, cometa um acto de loucura elevada. Sinistro. Todos nós somos, assim, potenciais homicídas? Todos nós temos um instinto protector, louco, diabólico, que nos faz cometer de uma pequena loucura a uma loucura sem cura?

O que se retira disto tudo, são duas vidas. Eram duas vidas.

by C.

domingo, 9 de janeiro de 2011

Dias iguais.

Estudo, café, estudo, bolo, estudo, música, estudo, blogue, estudo.
by C.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Blogue de vizinhos sem vizinhos?

Isto tem andado muito calminho no que toca a vizinhança? Já não há olhos prostrados nos baços e envergonhados vidros pelo que assistem do outro lado da rua? Não se preocupem! Relaxem! Inspirem, expirem, que daqui a nada prometemos: LANÇAR A BOMBA!

Vêm aí notícias bombásticas. Vêm aí dias agitados com pessoas bem e mal-amadas. Achamos nós.

Keep calm and... wait for the bomb!

by N. and C.

Luta perdida...


... entre o meu guarda chuva e este tempo,
eh pah ... Chove p'rai até 100 mil!

Quero uma bolinha destas...

by N.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Já eu C. como tu sabes...

....e meio mundo também, eu e o telemóvel temos uma ligação assim a dar para o Tia-avó, anda ali, até é da familia mas esqueço-me sempre dela.

Com esse pequeno objecto é assim, não é que eu não precise dele, não é que já tenha perdido coisas importantes e levado grandes raspanetes do sr. M. , mas não sei que raio de electromaganetismo repulsante (!) que me faz não me lembrar desse adereço dos tempos modernos.

Sair de casa sem óculos sol? NUNCA.... volta atrás que és bem grande. Agenda rascafunhada que provavelmente não me vai servir para nada? NUNCA... volta para trás que andar faz-te bem.

Seja em que altura for, época de trabalhos, de jantares ou mesmo aquelas em que ai meu deus que se não telefonar para o bla bla cai o mundo...pufff... onde está ele? Num está, nem ele nem eu, para ninguém.

by N.

Das coisas que não passo sem.


Não passo sem telemóvel.
Típicozinho, clichézinho, whatever! Lamento, mas não consigo. E se saio de casa sem ele, parece que ando com um pé calçado e o outro não.

E vocês? Não passam sem o quê?

by C.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

E por falar em praxe...


... é da praxe, sempre que voltamos de férias e de longos dias sem falarmos, eu e a N. passarmos umas valentes horas a contar os acontecimentos enquanto estivemos ausentes, as mais recentes aquisições (compras! compras! compras!) e os planos para o novo ano.

Duas a três horas de conversa e... voilá! Preparadíssimas para voltar à velha rotina e dar o máximo de mim nos estudos.

by C.

Perguntinha da praxe

Há novidades?

Não sei que novidade é que o vizinho-que-veste-armani tanto quer, que sempre que nos cruzamos e falamos ele me faz esta pergunta. Sempre.

by C.

O melhor de tudo....


....é ver que depois da semana em que andei num balde de merda a respirar por uma palhinha, em que me roubaram as minhas tão necessárias horas para dormir, em que tive de me fazer acompanhar por um arsenal de gotas e soro para os olhos tais eram as horas ao computador, em que o namorado mal me via... o melhor de tudo é agora estar aqui de bandulho para o ar e ver as notas das disciplinas começarem a cairem no mail...

Oh, isto é vida.

by N.

Arrelia nos saldos

Arrelia, palavra bonita que se acomoda por dentro e nos suga, e que nasce quando alguém num balcão de uma loja qualquer nos diz:

"Lamento, mas não podemos proceder á devolução do artigo, porque...."

(Na verdade não foi bem isto, o espécime não sabia articular palavras sem ser: "yah, num vai dar... num dá pa fazer nada, percebe?" .... não faz-me um desenho barbie!)

E arrelia porque? Porque a dita devolução de uma má compra, não tinha o talão do multibanco, um talão que eu não perdi, pois estava tudo no saquinho.... sem hipótese, não me foi dado. O dinheiro que agora tanto jeito me dava ficou ali, á espera de "troca, pois a troca é possível" ... mas com os nervos que se precipitaram em direcção a todos os nervinhos e fios eléctricos do meu ser, agora não quero nadaaaaaa, nadinha de lá.

No entanto, sabido é que para a semana lá vou enfiar a arrelia na parte terminal do intestino e vou voltar...
"E 'atao não gostou, quer trocar?"

"Não, vim aqui só para dizer-lhe olá... afinal aproveito para trocar foi o teu namorado que me ofereceu e não gostei"

by N.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Ora então....

um bom ano a todos! =)