sábado, 29 de outubro de 2011

Premonição 2

Tal como o M. diz até podem todos trair. Mas nem todos sentem como Tu sentes. Nem todos adivinham como Tu adivinhas.


Não fosse a distância, hoje tinhas um abraço meu.


By C.

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Das conversas.

Ontem, em conversa de amigos, o M. faz a seguinte afirmação:

"Nenhum homem é fiel. Nenhum. Está no nosso ADN."

A questão é:

Nenhumzinho???

Vou só ali reler as histórias da Disney, que alguma pagina me deve ter falhado, e já cá volto sim?

By C.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Do Tempo.

Pelo meu guarda-fatos é fácil concluir que não gosto do Inverno, nem estou minimamente preparada para ele. Fui feita para o Verão ponto.


Das duas uma, ou mudam o tempo o quanto antes, ou me arranjam verbas para renovar os meus outfits.


By C.

sábado, 22 de outubro de 2011

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

A Queda de um Anjo...



Muitos se apaixonam á tua passagem. Muitos são os elogios a ti direccionados. No entanto, este último será para sempre o teu maior elogio.

Naquela noite, ao volante daquele carro, um anjo perdeu as asas por ti. Todos sabem disso, tu sabes e eu sei. Um anjo renunciou as suas assas para te salvar.

Não há falta de um obrigado por dar, mas sim uma sensação de inquietação pura agregada ao sentimento de salvação. Não sei explicar melhor. Não quero vir a saber.

"C. este blog é meu e teu, não te atrevas a deixar de escrever nele."

by N.


The guardian angels of life fly so high as to be beyond our sight, but they are always looking down upon us. Jean Paul Richter

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Premonição

Acreditam?


By C.

domingo, 16 de outubro de 2011

Thank God I'm Alive!

Nunca assinar o meu nome num post teve tanto significado.


BY C.

terça-feira, 11 de outubro de 2011

11.10.11


Que daqui a um mês o contrato se realize. Por enquanto numa boca de "tigre de dentes de papel".

by N.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Adoro

Este Verão fora da época.

By C.

sábado, 8 de outubro de 2011

O post (literalmente) de caca



Eu e a N. aproveitamos o Verão de Outubro para dar um pulinho à praia e aproveitar para fazer nenhum.

Estar por ali, de papo para o ar a falar de tudo e de nada. Conversas "silicónicas" da piquena que tem as mamocas grandes e da grande que tem mamocas piquenas. Dos preços das litradas de silicone, das dietas que nos põem um sonho de mulheres mas que nos diminuem o tamanho do soutien.

10 minutos de conversa que terminam com uma valente cagadela de gaivota adivinhem onde? Estávamos a falar de quê? Pois claro, mamas! Nas minhas.


Verídico.


By C.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Steve Jobs 1955-2011



E por mais estranho que possa parecer, creio que todos aqueles que usufruem da sua tecnologia, sentem que perderam um herói.



Fizeste nascer a "maça" agora resta alguém plantar as sementes que dela ficaram...



by N.

sábado, 1 de outubro de 2011

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Grandeeee... mas patuda!



Srª. Que gostou du eu :
Olá boa-tarde estou a falar com a N.?

N. : Sim, sim é a própria.

Srª. Que gostou du eu: Era para a informar que foi seleccionada para trabalhar na "dsjdb".

N. : AH! Obrigado... ... peço desculpa não consigo falar muito bem...

Srª. Que gostou du eu: Compreendo, é da emoção?

N. : Não, acabaram de me arrancar um dente...


Resultado: vou ser despedida por pensarem que me armo em espertinha, que isto de ser sincera só funciona uma vez com a mesma pessoa.

by N.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Do Não.

Não sou pessoa de dizer muitas vezes um não. Um redondo e grande não. Vou dizendo "nins", adiando de quando a quando o sim, e aproximando um não. Por muito que não tenha vontade de aceitar um convite, vou dizendo de forma mais confortável quanto possível a minha indisponibilidade.
Há os inteligentes que a percebem e ficam no lugar que estão não dando mais nenhum passo, mas há os que persistem e insistem, até ouvirem o sim.
E lá vou eu, fazendo pequenos fretes, com a certeza que o segundo frete não é feito. E com a desculpa que já aceitei o pequeno convite para o café, e recusarei os próximos... os que vêm com jantares, com cinemas, com danças a chuva, com maratonas e maratonas de planos perfeitos. Perfeitos se o remetente não fosse o mesmo. Aí o destinatário diria um grande e redondo SIM.
By C.

sábado, 24 de setembro de 2011

Bufemos!!!

E como é costume dizer... incha, desincha e passa sim? Vá vamos lá todos ser amigos outra vez... irra.

by N.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Isto de fazer anos

Isto de fazer anos é mais ou menos como fazer um balanço ao nível das amizades e das relações pessoais. Há aqueles que se lembram, há os que nos escrevem palavras de fazer sorrir e de fazer chorar, mesmo que um choro saudável. Há os que felicitam dias antes, os que felicitam dias depois, os que não felicitam, e os que aproveitam a data para por a conversa em dia. Os que dão mais idade, e os que dão muito menos.

Na teoria ficamos com mais um ano, mas na pratica acordamos exactamente da mesma forma, mas com a vontade de encarar os dias de forma diferente.

Parabéns a mim :)

By C.

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Dizem que sim, que os anos passam!



Está uma pessoa impecavelmente arranjada, maravilhosamente maquilhada, pronta para sair de casa e encarar mais um dia, que carrega mais um ano de vida, e lê estas palavras (bem como as outras N.) e lá se vai o arranjo todo, o rímel e a sombra, porque o que fica realmente enfeitado passa a ser o coração.

Obrigada N. Por tudo.

Hoje deparei-me com uma frase verdadeiramente importante bem como interessante para o momento e para as palavras, aqui, pela N. escritas:

"Aqueles que passam por nós, não vão sós, não nos deixam sós. Deixam um pouco de si, levam um pouco de nós"

Antoine de Saint-Exupéry

By C.

Make a wish!


Se por um lado os anos que findam, os ciclos que terminam e as histórias que se completam com o passar do tempo nos ensinam, nos tornam mais fortes, mais preparados para o futuro, existem outras histórias que por si só incompletas, nos dilaceram, nos tiram o tapete debaixo dos pés e nos deixam pensar que não aprendemos nada. Absolutamente nada, que foi como a primeira vez. Que muita coisa podia ter sido dita ou feita, ou desfeita, mas na realidade não sabíamos, ninguém nos disse e nós nunca imaginamos.

Com esta falta de "ensino" que nos lembra o quanto ignorantes e frágeis somos, mesmo assim, a vida pode nos presentear da melhor maneira. E se hoje, a celebrar mais um ano de vida, te dás conta que na realidade á muita coisa que não se aprende, nem nunca se irá aprender, podes olhar em redor e ver muitas caras que te apoiam. Que te querem elevar uma vez mais a um sorriso, que partilham da dor que carregas e que tentam ajudar-te a sarar as feridas.

Tal como te disse, a tua dor só tu saberás curar, com tempo, com decepções, com raiva ou mesmo com outra coisa qualquer, mas pelo menos tens um mundo de caras a torcer por ti. E como já te disse, eu sou uma delas.

Parabéns C. Make a wish!

by N.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Conversa do dia

Hoje na pausa para o café, foi impossível não ouvir o assunto do dia: CASA DOS SEGREDOS 2. E é uma loira que tem um namorado giro e ela é ciumenta, e uma senhorita que tem duas bolas de basquet a fazer de mamocas, e o rapaz que corta cabelos, tem tatuagens e tem uma cara de outro mundo, e alguém que matou não sei quem, e outra ou outro que é virgem. Cá para mim o namorado giro vai querer fazer uns dribles à rapariga das bolas de basquet que por sinal é virgem (vai lá saber-se se a piquena não faz anos este mês) e se não esteve 7 anos num convento deve estar para entrar.


Cheira-me que quem quiser ver programas cheios de nível se deva ligar a TVI.


Valha-me Santa Engrácia!



By C.

sábado, 17 de setembro de 2011

Indecisamente decididas




Como as vossas palavras contam, e muito, para grande parte das decisões que passam por este bloguezinho, nós vamos continuar a mandar para aqui umas palavras com e sem vizinhos à mistura, com a certeza, e deixando bem claro que o NOSSO VIZINHO NÃO USA MAIS ARMANI! Nem sabemos mais o que usa, se é que usa alguma coisa. Mas temos a certeza que mais do que a razão deste blogue ter nascido, o importante foi a razão pela qual ele continuou. E isso a vocês se deve!


Até já.


By C. and N.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Dúvidas...

Entre continuar ou parar este blogue. Dúvidas. Muitas.
By C.

sábado, 6 de agosto de 2011

Acho que já deu para reparar

Que está tudo de férias. Até o blogue. Que este também precisa de por ao sol o pensamento para aquecer as palavras.

Boas Férias para todos!

By C.

sábado, 23 de julho de 2011

Miguel Esteves Cardoso é que sabe...



"Como é que se esquece alguém que se ama? Como é que se esquece alguém que nos faz falta e que nos custa mais lembrar que viver? Quando alguém se vai embora de repente como é que se faz para ficar? Quando alguém morre, quando alguém se separa - como é que se faz quando a pessoa de quem se precisa já lá não está?

As pessoas têm de morrer; os amores de acabar. As pessoas têm de partir, os sítios têm de ficar longe uns dos outros, os tempos têm de mudar Sim, mas como se faz? Como se esquece? Devagar. É preciso esquecer devagar. Se uma pessoa tenta esquecer-se de repente, a outra pode ficar-lhe para sempre. Podem pôr-se processos e acções de despejo a quem se tem no coração, fazer os maiores escarcéus, entrar nas maiores peixeiradas, mas não se podem despejar de repente. Elas não saem de lá. Estúpidas! É preciso aguentar. Já ninguém está para isso, mas é preciso aguentar. A primeira parte de qualquer cura é aceitar-se que se está doente. É preciso paciência. O pior é que vivemos tempos imediatos em que já ninguém aguenta nada. Ninguém aguenta a dor. De cabeça ou do coração. Ninguém aguenta estar triste. Ninguém aguenta estar sozinho. Tomam-se conselhos e comprimidos. Procuram-se escapes e alternativas. Mas a tristeza só há-de passar entristecendo-se. Não se pode esquecer alguém antes de terminar de lembrá-lo. Quem procura evitar o luto, prolonga-o no tempo e desonra-o na alma. A saudade é uma dor que pode passar depois de devidamente doída, devidamente honrada. É uma dor que é preciso aceitar, primeiro, aceitar.

É preciso aceitar esta mágoa esta moinha, que nos despedaça o coração e que nos mói mesmo e que nos dá cabo do juízo. É preciso aceitar o amor e a morte, a separação e a tristeza, a falta de lógica, a falta de justiça, a falta de solução. Quantos problemas do mundo seriam menos pesados se tivessem apenas o peso que têm em si , isto é, se os livrássemos da carga que lhes damos, aceitando que não têm solução.

Não adianta fugir com o rabo à seringa. Muitas vezes nem há seringa. Nem injecção. Nem remédio. Nem conhecimento certo da doença de que se padece. Muitas vezes só existe a agulha.

Dizem-nos, para esquecer, para ocupar a cabeça, para trabalhar mais, para distrair a vista, para nos divertirmos mais, mas quanto mais conseguimos fugir, mais temos mais tarde de enfrentar. Fica tudo à nossa espera. Acumula-se-nos tudo na alma, fica tudo desarrumado.

O esquecimento não tem arte. Os momentos de esquecimento, conseguidos com grande custo, com comprimidos e amigos e livros e copos, pagam-se depois em condoídas lembranças a dobrar. Para esquecer é preciso deixar correr o coração, de lembrança em lembrança, na esperança de ele se cansar. "

Miguel Esteves Cardoso

sexta-feira, 22 de julho de 2011

quarta-feira, 20 de julho de 2011