
Da minha sinceridade e força de vontade para levar aquilo que acredito em frente.
4- Dizer uma coisa que gosta nos blogues que desafiou:






Tal como mencionei, o meu dia foi marcado pelo meu mau humor, acordei assim, e a cada hora que passava mais aborrecida ia ficando, até que, bem perto da hora de jantar fiquei com uma terrível dor de cabeça. Terrível mesmo. De bradar aos céus! O pior de tudo nem era a dor de cabeça e o facto de não me conseguir levantar da cama, mas sim o facto de não ter nenhum comprimido para atenuar tal dor.
Hoje estou com um péssimo humor, muito mau mesmo, e não é com os vizinhos A, B ou C, é com toda a gente, de A a Z. Nem dos trolhas que assombram a N. porque graças a Deus não me tiram o sono a mim. Por isso, a culpa não é do mundo todo está claro, é minha, e talvez do dia que nada fiz (à excepção das obrigações diárias normais) e que nada de interessante tenho para fazer ate ao fim do mesmo.

E depois das borboletas na barriga, dos ursinhos com o "I LOVE U", da piroseira de se mostrar o amor num único dia do ano, a vizinhança acalma e deixa de fazer "o amor" para pensar nas caretas que vão usar na noite de hoje.
Ontem... da Gazela ou não, eu e a N. decidimos brincar com o fogo, ou com o vizinho. Eu que tinha tido uma conversa séria e ríspida, daquelas que deixa bem claro para o vizinho não ter recaídas, evitar as mensagens, os email's, os assuntos que abordassem o passado, tão passado que de tanto tempo passar, atrapalha o presente e baralha o futuro, acabo por fazer tudo ao contrário do que apregoei. Deus me perdoe!


Hum... nos próximos dias estou-me mesmo a ver na varanda à espera do momento certo para atirar... ao alvo! Ou aos alvos, assim, são "dois coelhos de uma cajadada só".
A querida T. vai casar. Além da relação do vizinho com a mulher dez anos mais velha, o assunto do casamento da T. é assunto do dia cá em casa e em todas as casas que nos circundam. Namora há três meses apenas e vai casar no inicio do próximo ano.

Foi um para um...
Ele enfrentou-me, com o seu ar imaculado, todo certinho numa lingua estranha que a minha mente rejeitava.
Enfrentei-o, dei-lhe um olhar rápido, á parte da frente, á parte de trás...
Voltei ao inicio... dei-lhe o meu nome, numa letra impecavelmente direita e minha.
Comecei a despejar o que tinha para lhe responder... houve partes em que não sabia o que ele queria dizer... quando pude tentei adivinhar, mesmo tendo a certeza que não seria o que ele queria, em outras limitei-me a deixar tudo em branco.
Por vezes olhei para a mesa do lado em busca de inspiração, ou talvez roubar uma ideia para o preencher.
De imaculado, passou a sujo, sujo de coisas pensadas no momento, que causam o medo de se perderem no meio de tanta coisa, tanta coisa que poderia ou ainda haveria para responder.
O tempo passava e ao contrário do que é normal eu olhava de 5 em 5 min para o relógio... tic tac tic tac...
As mãos de tantos nervos tremiam, mas as palavras começaram a sair...
Muito tempo depois, dei-lhe um último olhar, não tinha mais nada para lhe dizer era hora de o deixar.
Levantei-me, e deixei-o com quem me o havia dado.
N. 1 - Exame 0,000
Bye Bye Loser
N.