terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Diálogo pós-natalício

Depois de um ou outro amuo e conflitozinho natalício (pois uma contradição, de facto, uma vez que a época deveria ser de paz, amor e harmonia) chega a tentativa por parte dele de amenizar as coisas:
Ele: "Olá! Feliz dia 27!"

Eu: "Feliz dia 27*?! Fantástico, nem parece teu lembrares a data ou pelo menos referir!"

Ele (com o seu humor tão característico): "Qual data? Estou a dizer-te feliz dia 27, como amanha te posso dizer feliz dia 28, e 29..."

Eu: "Pois, pois."

*foi há já 5 anos e alguns meses. Não foi em Dezembro, mas foi dia 27.
by C.

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

E por falar em dúvidas...


Não faço a mínima ideia do que vou fazer na passagem de ano. Lá para dia 31 penso nisso. Mas convém que decida antes das 23h55.

E vocês meus queridos leitores? Onde vão estar quando derem as doze badaladas?

Que chatice, haver um dia onde sair e festejar é quase obrigatório. Podemos sempre ficar por casa e não festejar coisa nenhuma, mas temos que gramar as apresentadoras de voz estridente e os seus vestidos démodê.

by C.

No Sapatinho


Porque este é um blogue que também diz o que o Pai Natal deixou no sapatinho, cá vai: dúvidas.

Obrigadinha hein Papai Noel.

by C.

domingo, 26 de dezembro de 2010

Este Natal...

...trouxe-me a certeza de que é tramado quando se tem que separar os filhos do pai ou da mãe. Quando se tem que definir datas para partilhar sentimentos e épocas festivas, e quando se tem que explicar às crianças tudo isto, sem fraquejar.

Não. Não sou mamã ainda,e espero encantadamente que um dia que tenha filhos os possa acompanhar no seu percurso de vida sempre junto do meu maridão, mas todos nós conhecemos algum caso que não é assim. Eu conheço.
Boas Festas!

by C.

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Sim, eu de volta!

Olha para mim vivinha da silva! É verdade... sucumbi a uma época difícil, cheia de trabalhos, relatórios e labaredas enormes para onde quer que me virasse. Foi difícil, extenuante, mas agora que a tempestade passou, sabe bem olhar para o que foi feito. Menos mal que trabalhei com pessoas que foram espectaculares, sendo que cada vez mais me apercebo da inveja e altruísmo que por vezes existe na nossa volta... não foi o caso e a elas, quer leiam ou não, o meu muito obrigado.

Já difícil por si só a semana que findou, fiquei doente. Toma lá pinhões. Valha-me a lady C. que por aqui nunca deixou o nosso diário sozinho e partilhou o nosso mundo.

Como ela disse, espirito natalício não foi sentido. A nossa casa nem direito a decorações teve, a não ser a estrela da porta que desde o ano passado continua intocável.

Agora de regresso a casa, ao frio, á neve, vejo também uma cidade desprovida de luzes, de enfeites, cheia da tão falada retenção de custos superficiais não é? Mas não.... está uma cidade triste, nem parece natal, não há aquela emoção de ir ao centro de noite pela primeira vez e abrir um sorriso quente natalício. Enfim...

By N.

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Desfilar


Este fim-de-semana foi a vez de fazer o meu primeiro desfile mais a sério. Já tinha feito um ou dois favores, mas num registo menos sério e menos profissional.

Tenho, desde já, que aqui dar o meu maior parabéns às super modelos da Victoria's Secret. Aquilo até parece fácilzinho, apenas ter que caminhar, sorrir, exibir e fazer os possíveis para não se tropeçar. Mas enganem-se, não é.

Isto de ter que fazer valer, ainda mais, as roupas de alguém, ter que desfilar com um sapato que não é o nosso, mas que tem que ser naquele momento, seja ele dois tamanhos abaixo do nosso ou dois tamanhos acima e ainda ter que ser simpática sem sorrir, ter que interagir com o publico, sem falar, é tarefa que até que requer algum know how.

E os bastidores meus amores? Eu espero que todos aqueles rapazes do staff sejam apanicaditos, porque entre uma e outra troca de roupa, as nossas margaridas* estavam sempre à janela.

De salientar, por fim, a excelente relação entre todas as modelos, ou quase todas, porque há sempre uma que se destaca por vou-ser-vaca-porque-penso-eu-de-que-sou-boa-e-por-isso-posso-não-sorrir-para-ninguém-e-muito-menos-falar.

*margaridas era a palavra usada para as nossas mamocas.

*aviso desde já que deste lado não está nenhuma Gisele Bundchen de 1.80m, mas parece que neste caso não foi tido em conta o factor altura para valorizar as extraordinárias, diferentes e bem ao estilo Dior, roupas da estilista.
by C.


terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Estamos no Natal?


Só hoje me apercebi mais ou menos que faltam dias para o Natal. Isto porque o supermecado mais próximo está cheio de árvores decoradas com bolas brilhantes e encarnadas. Por isso estava completamente fora de hipótese ser Carnaval ou Páscoa.

Este ano não cheira a natal. Não como em anos anteriores, em que a vista que tínhamos em frente eram casas de vizinhos cheias de luzes e vida. Este ano há uma ou outra. Mesmo assim está tudo mais vazio. Até o espírito.

Cá em casa a única coisa encarnada que há são capas de livros com paginas infindáveis e de brilhante temos os olhos, com vontade de chorar.

Como é que há espírito natalício com tantos trabalhos e exames para fazer (que vos diga a N.) e com os melhores amigos (leiam-se vizinhos) a deixarem esta cidade por longos meses?

Só encontro uma coisa positiva no meio disto tudo:

Não há entusiasmo natalício, não há rabanadas, filhoses, bolos-rei e companhia, a entrar por nós adentro. E vamos lá ver se não ofereço cartões às pessoas a desejar bom aniversário, bom entrudo e assim. Posso esquecer-me de que, de facto, é Natal!

by C.

Ai de ti que não voltes!

vizinho.

by C.

sábado, 11 de dezembro de 2010

O jantar de vizinhos para o vizinho.



Ele chegou, chegou finalmente o jantar dos vizinhos. Os quatro, tudo igual não fosse a partida de um deles, o das multas =) para outras terras, para outras oportunidades. O regresso existe nos planos, existe para o próximo Abril, mas não podemos contar com isso, não podemos pensar que isso vai acontecer mesmo.

A muito custo sem discurso, houve algures por Espinho, um jantar de vizinhos, para o vizinho. Mais um daqueles maravilhosos jantares, mas com um grande vazio á mistura.

E nesse dia, em que o vizinho que usa armani moveu mundos e fundos para estar presente, na despedida, disse num tom que todos entendemos, que não seria a última vez a encontrarmos-nos.


Eu e a C. assim o esperamos vizinho. E esperamos.

by N.


sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

4, o número da perfeição.


Eu não percebo muito da simbologia dos números. Sei que o três é o número da perfeição e o treze pode ser um número de muita sorte ou de muita falta dela. Mas para mim há um novo número perfeito, o quatro.

Porque nós somos o quarteto perfeito, e eles os únicos vizinhos que já têm lugar certo no nosso coração. Nada cliché. Só o desejo que o quarto elemento volte rápido, para estarmos juntos outra vez.

Boa Sorte Vizinho. Cá te esperamos. Para finalizar todos os projectos e desejos que juntos traçamos e que queremos ver cumpridos.

Sempre, os quatro.

by C.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Feriado Sic(k)

Sim vizinhos, não andam a ter visões, ando mesmo pela casa de manta de pêlo em cima de mim, termómetro na boca, e chávena de chá na mão.

Também com o tempo que para aqui andou, não era de estranhar. Dão-nos frio, tiram-nos a chuva. Dão-nos chuva, tiram-nos o frio. Entre uma e outra, ficamos neste estado. Valha-me que é feriado e possivelmente ainda passará um filme ou outro que jeito tenha na televisão.

by C.

domingo, 5 de dezembro de 2010

Querido...

...Pai Natal, Mãe Natal, Irmã, Namorado, Amigas, Amigos, Vizinhos, qualquer uma das três, podem vir. Alias podem vir as três, que eu não fico chateada. Nadinha mesmo.

by C.

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

E por falar em terror...


...e em frio, não acham assustador ter que fazer-o-que-ninguém-faz-por-nós numa sanita tão gelada?
Estamos nós enroladinhos no melhor dos edredons de penas e eis que... dammit! dá aquela vontade de fazer um xixi, e ficamos alí a adiá-lo mais uns minutos, só para não termos que alapar o rabiosque num grande cubo de gelo.

O Inverno é muito bonito sim senhor, mas numa praia de 30º a olhar para ele. Só assim.

by C.

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Meeedo, muito meeedo.


O que se faz numa noite assustadoramente fria, terrorificamente chuvosa, e significativamente tempestuosa?

Pois claro, assiste-se a um filme de terror, e em 3D.

by C.

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Vem aí uma vaga de frio?

Que saudade da havaiana no pé. Do vestido floral sobre o corpo bronzeado. E noites intermináveis a beber cocktails à beira-mar.

by C.

Conselho de ouro:


Se não querem ficar com o pandeiro grande, façam GAP minhas queridas. Pela vossa saúdinha. É garantido.

De bónus ainda ganham um abdominal-à-Cristiano-Ronaldo, e umas pernas-à-modelo-Victoria-Secret.
Quem é amiga, quem é?

by C.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Acontecimentos escusados: o derrame


Foi na quinta feira. Era um belo dia.

Um daqueles dias em que estamos a morrer de fome, que só queremos chegar a casa alapar o rabo e enchermos-nos de comida até aos ossos, tomar um banho e sair para um café que ansiamos há imensos dias, já que andámos atafulhadas de trabalho. Tudo podia ser assim, mas eis que o mundo se retorce todo e se vira contra mim.

E nesse retorcidela, eis que o garrafão de óleos usados, tão correcto ambientalmente, tão amigável, se verteu diante dos meus pés. Todos os 5 litros derramados na porcaria da cozinha. Uma nojeira, um cheiro, uns nervos.

Foi fairy com água quente, foi guardanapos, foi caixas de papelão para absorver. E tudo acabou comigo de joelhos a limpar aquele chão lustroso com lixivia, e pasmem-se funcionou.

Em todas as idas á cozinha, era vê-las com panos debaixo de cada pé, e sim muitas horas depois, mesmo a morrer de sono, eu tomei o meu café. Tomaaaaaaa! Temos de contrariar as adversidades desta vida não é?

By N.

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Adversidades


Todas as relações passam por provações. Umas mais. Umas muito menos. Mas em todas uma coisa é comum - quando deixamos de ter aquilo que sempre tivemos, damos valor. Às vezes só sabemos o quanto amamos quando perdemos alguém, quando não temos alguém por perto, ou quando deixamos escapar a felicidade para alguém.

Somos Seres tão centrados em nós mesmos, que nem reparamos que a pessoa, o amigo, o familiar que temos ao lado nos faz tanta falta.

É por isso, que em qualquer situação devemos seguir sempre o coração, não o negar, não deixar de dizer um gosto de ti, ou um tímido amo-te. Não deixar de dizer fazes-me falta ou preciso de ti.

Não deixar de dar um beijo quando é o que mais se quer e mais se sente. Ou deixar de o dar quando sabemos que é por puro egoísmo.

Só quando não temos, queremos. Foi sempre assim, e sempre assim será.

Isto tudo devido aos últimos acontecimentos do programa secret story. É de salientar que nós não vemos aquilo. De todo! Nem sequer as 24 horas por dia. Mas temos a sorte de quando tal surge na nossa tv depararmo-nos com imagens de uma missão que separa um casal que, até então, tinham por parte de todos a opinião de que nem de longe nem de perto se amavam.

by C.

Mães desnaturadas


O nosso bebe fez anos e nem o referimos no dia. Somos tão más, mas tão más, que nos centramos no nosso umbigo e no umbigo dos demais transeuntes desta cidade e esquecemos o dia de aniversário do nosso bebe.

Parecemos aqueles pais e mães desnaturados que deixam o puto a chorar o dia todo baba e ranho, que este ultimo seca e mesmo assim mandamos o miúdo para a escola a sofrer horrores, com cara por lavar e de roupa de verão em pleno inverno.

Shame on me. Shame on N. Maria. E shame on em todos os papás que assim são.

Parabéns blogue! Parabéns!

Para a semana fazemos a festa e bebemos um copo. O miúdo não pode. Ainda é menor.

by C

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

O ataque da borboleta bêbada!




Sou muito dada a filmes de terror, desfaço-me em aflições, mas não lhes resisto. Falo naqueles de cinema, em que estamos ali sugaditas a ver numa tela um filme, não falo naqueles "filmes" de terror que por coisas muito parvas (muito mesmo) a gente se sente impotente e morre de medo.

Pois bem, eu N. Maria ontem á noite, no meu quarto vivi um filme de terror. Credo que exagero... mas foi verdade.

Existem uma borboletas castanhas, gordas, peludas e que só aparecem á noite das quais eu quero e exijo muita distância. Pode ser estranho, já que eu, defensora e amante do mundo animal, devia era estar a colecta-las cá para casa para uma vida melhor, mas infelizmente esta espécie de borboleta/traça bêbada, teima em voar aos circulos (bêbada mesmo) e pelas experiencias que já tive elas parecem sempre que nos vão bater na testa e prenderem-se nos cabelos e ficarem lá a dar as asas e e ...

Era já tarde, estava de janela aberta no quarto por estar a fumar e eis que me entra uma quarto a dentro a dar mocadas mesmo fortes (num sei como não se esborrachou ) contra a parede, contra o candeeiro, contra tudo. Euzinha escondi-me atrás da porta do guarda-fatos a abanar uma toalha pelo ar. A C. estava a dormir, não podia então pedir ajuda a ninguém e matar a borboleta eu também não ia conseguir, sim, remorsos, é lixado. Portanto, o dilema foi mais ou menos, ou a mato ou morro aqui.

Depois de muita abanadela da toalha pelo ar e muitas fintas á borboleta, já que a ruim teimava nos voos em circulo, lá se me chegou o sangue ao cérebro e fui buscar uma daquelas embalagens vaporizadoras que tinha sonasol dentro e aí é que foi vê-la a ficar fod*** comigo. Enchi as fotos todas de sonasol, a parede, fintei-a milhares de vezes e quando ela cai, fiz uma poça de sonasol tão grande que ainda tenho a madeira manchada. Apanhei-a com repugnância com uma folha e rencaminhei-a para os quintos. Juro que isto aconteceu.

Olá eu sou a N. e sobrevivi a um ataque de borboleta sem mazelas.

N.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Dear Facebook...



... tenho a dizer-te que tens um poder do caraças, sim senhor.

Novidades, boatos e coscuvilhices é contigo... e se hoje não foi só ver bonecada de outros tempos a emanar de todos os perfis como se de vírus se trata-se.

Momento incrivel, parvo e estupidamente enternecedor...

by N.

Os nossos vizinhos


Passeiam-se em tronco nu pelas casas. Ou andam cheios de calor ou têm um excelente sistema de aquecimento.

Eu ando cheia de frio.

by C.

Já cá tinha dito...


Que a ilha da Madeira é fantástica? O Funchal é incrível? E não me importaria nada viver lá um tempinho?

by C.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Imagem com grande dose de significado


Eu sou daquelas pessoas que nem sempre gosto e sei tomar decisões. Acontece-me em quase tudo na vida. Quer a nível pessoal, quer profissional. Sou, de facto, uma pessoa indecisa. Mesmo assim determinada. Sou uma indecisa determinada, porque no que toda a ser, ou a querer ser feliz, não tenho duvidas.

Alguém terá?

Até em coisas simples, como comprar um gel de duche, fico largos minutos no supermecado à espera de decidir o que melhor cheira, o que melhor faz, o que está em conta não perdendo a qualidade.
Acabo sempre por escolher o mesmo. Quase sempre. Mas no que toca a tempo de escolha, é muitíssimo.

Aliado a escolhas vem sempre o medo, o arrependimento. Por isso não gosto de as fazer. Entram então os "sinais" que ajudam nas escolhas, mas mesmo assim são questionados pela dúvida da sua veracidade. Bolas!

Acabo sempre por usar a mesma técnica. Penso no depois, coloco umas quantas doses de valores individuais, pontuo produtos, pontuo pessoas. Elimino as pontuações mais baixas. No final, respiro e aguardo. Alimentando a Esperança de ter tomado a melhor decisão.

(Quase sempre fico-me pelo Dove, quase sempre.)

by C.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Post com pouca dose de interesse

Não gosto da Vera. Não gosto da Andreia. Gosto do Hugo F. Não gosto do Hugo M. Gosto da Catarina. Não sei se gosto do António. Não gosto da Joana. Gosto da Ana Isabel. Gosto do Zé Miguel. Gosto mais ou menos do Vítor. Não gosto do Ivo. Gostava da Jade.

by C.

A noite de ontem foi assim:


Não sei o que nos deu. Não sei o que deu a N. para juntar bolo de chocolate EXPRESS a batata frita. Só sei que bem alertamos para o facto de hoje de manha acordarmos, olharmos para o espelho, e não reconhecermos a pessoa que está à nossa frente, no WC, a lavar os dentes ao mesmo tempo do que nós.

by C.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Shall we dance?

Foi bonito, foi perfeito, foi PORTO!
P.S. Ainda não vi a N. cá em casa. Estou deveras preocupada :)

by C.

sábado, 6 de novembro de 2010

Ainda a propósito do post anterior...


Todos nós!

by C.

Casa dos enredos

Blogue que se preze fala na casa dos segredos. Casa que se preze vê a casa dos segredos. Se não se assistir aos maus programas, nem se dá valor aos bons.

Cá em casa, temos uma sugestão para fazer à "Voz". Chamem a VERÍSSIMA ao confessionário, e atribuam-lhe a missão de ficar caladita até ao final do programa. Aquela voz irrita mesmo. Dá dez-a-zero à Julita.

POR FAVOR calem a rapariga!

by C.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Gelado de Chocolate


Esta tarde soube a gelado de chocolate. Foi bom estarmos de novo todos juntos.

Em breve teremos os quatro sabores reunidos. O de chocolate, o de baunilha, o de morango, e o de nata. A combinação perfeita. A amizade perfeita. Quase perfeita.

by C.

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Que os meus vizinhos nunca se lembrem de usar p'lo amor da santa # 9

A imaginação diz-se nascer em todos os lados, a colecção de Miu Miu inspirou-se na ponte da Arrábida... ou na do Freixo? hum....

by N.

sábado, 30 de outubro de 2010

Quem os tem que os ature..


Fim de semana longo... tudo e todos de volta ás terrinhas. E como é a minha vez de ficar com as gatas, aqui fiquei eu.

Eu e um monte de livros a estudar.

by N.

PS: A retirar da entrevista: Por melhor que tenha corrido, nunca vamos conseguir competir com aqueles que já trabalharam numa vertente da própria empresa a que se candidatam. Venham mais Part time com muitos aérius agarrados.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

A entrevista e os nervos


São 3 da manha... e não paro de pensar no que vou vestir na entrevista de amanha e pior, não paro de pensar no que me vão perguntar. Ainda pior, vão perguntar em inglês e, ainda a subir na escala do pior, o meu ingles está tão enferrujado que mete dó. Porque pouco ou muito todos sabemos desenrrascarmo-nos, mandar uns "hi, hello, how are you, nice to meet you, good night and good morning", mas quando nos falam de provas em inglês, ai cai a santa do altar, e das duas uma, ou praticamos regularmente porque assim o dita a nossa vida, ou temos a sorte de ser simplesmente fácil. Para mim não é, não neste momento.


E se esta é a segunda fase da entrevista, e se até é uma entrevista para um part time para ganhar uns trocos e nada mais, nem por isso o meu cérebro descansa. Se não passar amanha, não vou ser menos feliz do que sou hoje, mas a verdade é que se trata de uma prova a que me vou sujeitar e o lema do "o que interessa é participar" aqui não conta. Quero passar á próxima fase (meu deus quanto será preciso?), quero sentir que gostaram de mim e que me consideram capaz de corresponder as funções que apresentam. Quero sentir-me grande como quando me telefonaram a dizer que passei na primeira e acima de tudo, quero conhecer mais desse grandioso mundo que são as entrevistas e para o qual ninguém nada nos ensina ou prepara.


Postura. Convicção. Boa apresentação. Camaradagem. Espirito empreendedor. Capacidade de argumentação. Comunicação. Eficácia. Café... muito café para mim... e já agora dormir era bom, só naquela.


by N.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Que os meus vizinhos nunca se lembrem de usar p'lo amor da santa # 8



Pois é ... quando se julga já ter visto de tudo... vem alguém dar-nos um palmadinha nas costas e um olhar reconfortante.

Porque sapatos há muitos, porque vizinhos há muitos, mas vizinhos com uns sapatos destes esperemos que não. Se já é difícil com saltos agulha, imaginem-se em cima destes kinetik 2011 (!).

(A não ser pela amostra que sejam umas afincadas patinadoras do gelo futuristicas... ai já entendo, ou não.

by N.

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

A "Cóbinha na axila"




Cóbinha na axila é a recente sensação (para nós obviously) no ginásio. Não me interpretem mal, mas esta criatura, que estava a minha frente numa aula de pump, achou por bem se acomodar em cima de mim.
Eu que delicadamente lhe pedi para não me pisar a toalha e afins, recebo dela um silencioso "caguei para ti". Assim, tracei nela um grande X vermelho... e enquanto desenhava-o eis que como luzes piscadélicas de uma discoteca, vejo umas axilas em forma de taça de cereais. Não se deixem iludir pela imagem, são mesmo duas taças.

É verdade, aquela criatura ostenta duas covas, duas grutas, duas arribas debaixo dos seus bracitos que quase me davam nos olhos. Claro que esta mente fertil começou logo a divagar sobre as vantagens que tal traz á vida de uma pessoa.

Ora imaginem-se refastelados no sofá, claramente que não dá jeito nenhum agarrar na taça dos cereais e na colher, se na outra mão temos o comando. Vejam o quão espectacular que era, levantar o braçito e ter o pequeno almoço ali mesmo ao lado, mantinha-se quente com a temperatura do corpo e na outra covinha podiam por o comando. Organização e utilidade. Fantástico. Vamos pensar que toda esta minha ostilidade com ela acabou numa espécie de tens um ferrari, mas não tens carta para o usar. Enfim, adoro o meu ginásio.

by N. (parva de todo)

Questionário, o primeiro.


Ora cá vai o nosso primeiro questionário, retirado daqui, para isto se tornar um blogue mais normalzinho.

8 coisas sobre ti:
-simpática (depois de três ou quatro dedos de conversa, antes disso há quem me ache o contrário)
-sincera (e com isto não estou a dizer que não tenho segredos)
-teimosa (muitíssimo)
-dolce far niente (sim, às vezes consigo ser a pessoa mais preguiçosa deste mundo, eu e o meu sofá)
-perfeccionista (muito, imenso, muitissimo)
-orgulhosa (um bocadinho)
-sonhadora (q.b.)
-observadora (olho mais do que falo, e consigo reparar que o quinto botão a contar do fim do casaco da D.Maria da esquina estava partido, mais ou menos isto.)

Se tivesses 4 portas à tua frente neste momento, com passagem para outros sítios, o que gostavas que dissessem:
-melhor emprego do mundo;
-dia de escolha do curso da faculdade;
-NY;
-Dezembro 2009;
(E depois era um bico-de-obra para escolher só uma!)

Numero de pessoas que já gostaste por amor ao total:
-duas; (e acabo neste momento de chocar meio mundo)

Coisas que levas sempre no bolso das calças:
-niente; (as calças-hiper-mega-justas nem as mãos nos bolsos dão para pôr, e nas outras também não levo nada)

Quantas pessoas abraças por dia:
-Abraços? Greve. (private joke)

Odeias quantas pessoas:
-Ora 1, 2, 3, 4... uma! (que já é tão tão publica neste blogue)

Sentes raiva de quantas pessoas:
-Ódio, raiva, má-disposição, cólicas renais, é tudo da mesma meus amores.

Conheces quantos rapazes:
- Ora aqui está uma pergunta difícil e descabida, não faço ideia (conheço mais raparigas, penso-eu-de-que)

O que mais te arrependes de ter feito na vida:
-entre outras coisas, não ter seguido o curso superior de que realmente gostava.

Tens medo de morrer:
-Cedo sim. (mas tenho mais medo que muitas pessoas morram antes de mim)

Idade:
-pergunta difícil numero dois. (vinte e muitos...)

Altura:
-1,75 (com salto alto de 10cm)

Nome:
-C.

Última vez que choraste:
- quase quase me comovi ontem, no chá da 1h.

É ciumenta:
-q.b.

Última coisa que bebeu:
-Sumo de laranja.

Última coisa que comeu:
-cereais (já estou a ver que vem aí a.. "ultima vez que fez "o amor"")

Que estas a fazer:
-a expor mais um bocadinho da minha vida.

O que estas a sentir:
-constipação nasal.

Três coisas que dirias agora:
-P#t@
-Cabr@
-Burro. (sim, mandei a classe de férias estes dias, ela volta em breve)

O que lhe doí:
-A mim ou a ela? O nariz. Em ambas. (private joke 2)

Quantas flexões faz por dia:
-Desta pergunta gosto! Muitas, IMENSAS, bateladas de flexões (obrigada aulas de pump!)

O que vai ver a seguir:
- Este post publicado.

O que dizem os seus olhos:
- JUST BELIEVE.

by C.


Vida de estudante...




Se vocês soubessem o quanto tenho de estudar, o quanto a minha agenda está rasurada com reuniões, entregas, apresentações e exames... jamais profeririam que a vida de estudante é a melhor... Ok, minto... é mesmo a melhor, mas não nestas alturas.

E dizem que muitos se injectam e endrominam-se de "cumpremidos", pois, não admira.

by N.(que nem devia andar nos blogues)

terça-feira, 19 de outubro de 2010

OPO -> LIS


Vai uma pessoa da invicta à capital e quem vê nas compras quem é?
Exactamente! O tão conhecido Alfaiate Lisboeta.
Confirma-se que tem bom ar sim senhor. E veste bem. Muito bem.
by C.

sábado, 16 de outubro de 2010

É verdade sim senhor!


Já houve quem disse-se que o ginásio é só mais um sitio de engate, e tenha ficado um pouco reticente pela sua baby ter ido para um. Pois a minha opinião mudou, aquilo é mesmo um antro cheio de abutres atrás da carne. E de carne atrás de abutres principalmente.

Se antes não o achava, ao longo do tempo a opinião mudou. Há quem passe tempo demais no parlapie, que a sua tanga que em movimentos mais puxados nas máquinas fique a vista, que saiba que está a ser observada á descarada e continue (não percebi a parte de o maridão também partilhar o mesmo lugar). Há quem passeie arrogantemente os seus corpos e use calças de cintura tão descida que me causa confusão em se quer pensar onde o pipi está. Há quem tenha cabelos de 1 metro e faça exercícios sem o apanhar.(Se alguém souber alguma coisa sobre como isto seja possível, que me explique, pois da última vez que me esqueci de elástico, o desespero era tanto que pus uma caneleira na cabeça. )

Um amigo já me falou de grotescos assédios no balneário de um outro rapaz e a C. está a começar a levar com um desses.

Enfim, pode ser bom ter umas nalgas que não abanam, que até custa a acreditar e andar a passeá-la a toda a hora, de trás para a frente, para dar alimento ao ego, com sorrisinhos para ali e para acolá. Ou seja, aflige-me realmente a arrogância e a pose, mas acima de tudo o engate que emana tudo isto.

Sim, sim F. tinhas razão. Só que sabes bem que dela, nem o cheiro levam.

by N.

Com licença sim?


Se este blog era sobre os nossos vizinhos, em especial os que nos trouxeram muita alegria (e tristeza... put*), já o foi mais. Já não há tanto material de qualidade para aqui expor sobre os que coabitam connosco nesta rua, a nossa vida não se centra nisso e eles só deixam ver aquilo a que se expõem.

Já considerei criar um outro cantinho na blogosfera, algo mais pessoal, em que pudesse realmente meter o que me vai na real gana, mas não seria a mesma coisa.

Por isso, com licença, vou passar a escrever o que realmente me apetece. Porque há "dias assim" e só para também aproveitar a onda que banhou alguém e marcar o dia, vou dar real uso a este blog. Adeus assuntos limitados .

by N.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Estar mal de bem...



Se tudo corre mal, é porque corre mal. Se tudo é perfeito, é porque está para chegar um grande mal.

Hoje o M. foi outra vez impecável comigo. Com tantos anos em cima de nós, com tanto tempo partilhado, quando devíamos estar fartinhos um do outro ele ainda é the best. Tanto.

E infelizmente, ao ver trovoadas noutros relacionamento tão perto, não consigo deixar de pensar no que vem ai para mim... meu deus, quando se está bem bem, não se está bem.

Que raio.

by N.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Home, home, home


Andamos um bocado caseiras. Longe vai o tempo que tomávamos café com a vizinhança dentro do carro aqui mesmo na rua. Que fazíamos festas até mais não, recorríamos a bruxas virtuais para nos responder a duvidas existências de gente alheia, e que ficávamos horas infindáveis na varanda a alimentarmo-nos de cada passo dado nas casas em frente.

Agora, ficam as janelas entreabertas, os olhos pedem com clemencia uma caminha quentinha, e a tvi agradece as audiências que lhe vamos dando com programas tão pouco interessantes.

Temos que ir ali ao hipermecado comprar doses de energia, mandar os trabalhos da faculdade para a lua, e calçar o nosso melhor salto alto para abrir a porta da rua e... roda no ar!

by C.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Eu tenho uma alma gémea.


Há quem ainda ande á procura dela. Há quem a tenha encontrado. Há quem ainda espere por ela.

Esta é uma das benções que me foi dada, quando nasci conheci a minha alma gémea.

Aos meses de vida deu-me duas agulhas de trico para brincar e atirou-me com um sabonete, em direcção a minha "moleirinha", na altura isenta de ossinhos protectores. Histórias.

Aos meus 5 anos (julgo), quando a deixaram levar-me, a primeira vez que passeou sozinha comigo no meu kispo verde, para ir buscar o meu padrinho á paragem, disse que viu um brilho em mim. E eu, desde que me lembro de ser gente que vejo esse brilho nela. Segui-a como um ídolo, preferia aos meus 15 anos andar com ela e com os seus amigos "grandes" ao invés de brincar com os da minha idade. Idolatrava cada vestimenta que usava e quando fosse grande queria ser como ela. Ouvia as histórias de terror do Chucky e dos bonecos diabólicos que ela me contava á noite e me faziam passar a noite de bexiga cheia. E eu gostava, queria sempre mais, mesmo quando ela pendurava peluches por cima da cama e dizia que não tinha nada a ver com isso. Guardava papelinhos e tralha dela, e cada trapo que me desse eu guardava como se fosse alta costura. Fez-me as primeiras calças para a barbie e foi aí que aprendi a costurar. Chorava sempre nas despedidas e foi com quem passei as minhas primeiras férias fora de casa.

Hoje continuamos a ver filmes de terror em conjunto, continuamos a ser o que fomos. Partilhamos cafés de 5 horas que não nos chegam para contar tudo. Ainda hoje prefiro dormir num colchão ao lado dela, seja na aldeia ou em casa dela. Todos os anos acampamos e é sempre perfeito. Sabemos isso, mas nunca fomos de nos enchermos de pirosismos para estar sempre a dizer isso.

Como ela me disse; "A nossa alma gémea não tem de ser um companheiro para casar, pode ser um familiar, um amigo, um desconhecido, só tem de ser simplesmente uma alma gémea".

Eu acredito nisto e ainda hoje, aos meus 24, nos seus 34, ela é a minha alma gémea.

Ela é a minha prima S.

by N. (de lagriminha no canto do olho)



sábado, 9 de outubro de 2010

Mundo ao contrário.


Tanta gente que anda longe, que podia estar mais perto, e tanta gente que por cá anda que bem que podia estar mais longe.

Anda uma pessoa a tentar esconder-se de cada vez que sai de casa, de cada vez que quer ir a um restaurante e tem de ir a outro, só para evitar o constrangimento dos reencontros. No fundo ainda ajudamos a que aquilo dê em historia de amor.

Mas já alguém assistiu a alguma historia de amor sem amor?

by C.

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Nós versus Chuva




Diz que chove. Muito. Pois.

Foi com estes dilúvios que hoje reparei na "espera" que os meus vizinhos fazem para sair da porta do prédio. Aliás, não são só eles, acho que quase toda a gente quando sai de qualquer local coberto fica assim, a modos que em transe durante uns segundos até se "mandar" para a chuva.

Olhamos para a rua, reparamos no óbvio que é "chove a pacotes e não há mínima hipótese de não me molhar", mas mesmo assim, ficamos ali no vai-não-vai, como se de uma preparação se trata-se, como se tivéssemos a recordar que trazemos o impermeável, as botas... como se de repente pudesse parar de chover para nosso belo prazer.

São atitudes coisas.

by N.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Gostei-te


Gosto de ti. Gosto mesmo de ti. E hoje quando num plástico, com uma reles caneta vermelha do fundo da minha imensa mala eu te vi aparecer em traços que cuidadosamente desenhei, gostei de te ver quando não te tinha.

Gostei do que vi e gosto-te ainda mais nestes sete anos juntos.

(eeeee tou mesmo calminha hoje C.)

by N.

Mundo roto.


Estranha esta palavra. Roto. Mas é ela que melhor define o que antes me parecia tão isento de manipulação, inveja e ódio... e só com estas palavras consigo justificar aquilo que aos poucos me tenho apercebido na blogosfera.

Há pessoas vazias, isentas de propósitos reais para visitarem blogues, sejam eles de que temas forem. O anonimato é supremo e esconde todos aqueles que julgamos serem impossíveis de existir, porque essa ideia nos deixa mais serenos, porque arrumamos sempre de uma maneira ou outra, para nosso bem é certo, tudo o que mais nos afecta no mais longínquo e escuro canto que possamos ter em nós.

Sabemos e sei, que um dia podemos ser lidos por aqueles que mais odiaremos. Sabemos e sei, que estas palavras são minhas, mais sentidas, mais aparvalhadas ou mais medíocres, são minhas. Fui eu que em alguma parte da minha vida as quis perpetuar. Podia escrever um livro, podia escrever post-it. Mas a tecnologia aliada ao livre arbitrio permite-me ter tradutores anónimos de mim. Permite-me partilhar episódios que gostaria de contar pessoalmente a amigos, mas que a distancia nao deixa. E acima de tudo este blog um dia vai lembrar-me dos anos que vivi enquanto estudante com a C. Vai deixar saudade, perplexidade e uma memória que nunca vai falhar.

Por isso hoje permitam-me que cuspa na blogosfera de manipulação, inveja e ódio. Permitam-me que fique parva com o que aconteceu á Kitty Fane e mais que tudo permitam-me que não duvide nem um bocadinho dela. Este mundo está roto, á muito, muito tempo. É tudo uma questão de ângulo de visão.

by N.