domingo, 31 de janeiro de 2010

O medo


Á pouco, ao ler o último post da Bomboca do Amor, decidi criar aqui, o comentário que lhe diria, sobre o que tanto lhe causa tremores. Fala de medos, do medo que sente por o seu "fofo" (=)) a ter confrontado com a ideia de ter um 4 patas a passear pela casa.

Este medo, como muitos outros, nas suas mais estranhas vertentes, faz-nos andar diariamente atentas, desconfortáveis, inseguras, vitimas de uma luta em que só podemos ser perdedores. Porém, pessoalmente, acho que se tivermos uma possibilidade de enfrentar esse medo, por mais incoveniente que seja, e se ainda para mais, como no caso da Bomboca do Amor, tivermos alguém do nosso lado, devemos tentar, nem que seja só isso mesmo, tentar. Ao menos nessa derrota sabemos que perdemos, porque na verdade isso nos transcende e não há mesmo nada a fazer.

Deste lado está alguém que foge de sítios altos, andar de elevador de vidro no Corte Inglês é tortura e pensar em me debruçar á janela de um 7 andar, faz-me congelar num ápice. Por enquanto fujo das alturas, mas talvez, um dia numa de radical, convide o meu loirinho para fazer escalada... ao menos tenho-o lá para me ouvir gritar.

Este comentário é para ti, de quem adora e valoriza muito o que todos os 4 ou duas patas podem fazer por nós como pessoas, por isso, e por muito mais que um dia espero que venhas a descobrir, aceita a entrada desse cachorro em casa, o teu "fofo" está contigo e claro, as partes mais chatas como dar banho podes sempre dizer que simplesmente não dá, right?

Ps: na imagem , uma criança a gritar de medo, ou a meter medo?

By N.

E o MUNDO parou....


...e estes portáteis consomem, esmifram, fotos deste tal de johannes huebl.
Se isto não é um anjo descaído dos céus, uma pérola incrustada num corpo, um diamante criado pelas temperaturas mais quentes, uma batata frita sem caloria, um Romeu ou um BMW... eu não sei o que será, giro, giro, giro de perfil, de frente, de trás e eu seiiiiiiiii lá!!
E ali, no cantinho a Parola, peço desculpa, enganei-me, o sobrenome é mesmo Palermo... a Palerma que o viu primeiro que todas nós, e sim, porque a não tê-lo, que alguma de nós o tivesse, ao menos assim, nos presenteava com tudo aquilo numa fila, numa escada rolante, num lugar de metro....pufff...

Eh pá... é de nós ou isto num é uma coisa assim a dar para o raro?? Ai de mim, ou não adorasse eu os olhos azuis de loirinhos, do meu loirinho...

P.S.: Teoria da conspiração, ele é gay obviamente, ela nunca tocou na chicha e só anda com ele pa ter muitas fotos dela nas revistas... sim, sim, depois da história do outro vizinho já me acredito em tudo.

By N. and C.

Dilema? Ou não...


Caros leitores, mais do que nunca, mais do que sempre, preciso das vossas opiniões...

Temos por cá um amigo, dos que moram no apartamento da frente, que está numa relação. Tudo normal até aqui. Mas essa relação é um quanto ou tanto controversa. Primeiro porque começou de uma forma muito rápida, e por isso, pouco ponderada, segundo, por isso mesmo, mais tarde a relação foi palco de dúvidas e incertezas por parte do tal vizinho. Chegou ele, desta forma, à conclusão que não estava assim tão interessado, tão apaixonado, tão pronto para tomar o grande passo de juntar os trapinhos, as escovas de dentes, as alegrias e as tristezas, "até que a morte nos separe", não é assim?!

Perante tal dilema, e visto ser ele uma pessoa a tender para o muito correcta, foi sincero para a namorada (ou espécie de) e disse que afinal não estava tão apaixonado nem pronto para um passo de maior dimensão. Recusou por diversas vezes estar com ela, ir a eventos juntos, ou passar datas especiais com tal criatura.

Mediante isto o normal seria?

Exactamente, amor próprio coisa e tal, por o rabinho-entre-as-pernas-e-ausentar-se, dar espaço, dar tempo, ou simplesmente mandá-lo às favas.
Mas o anormal sucedeu-se. Nada de orgulho, nada de amor-próprio. Nascem assim as criticas, as ofensas, as chantagens, a pressão, a culpa, o "vou-me matar", o "estou tão mal", e tudo o resto.
Conclusão, o meu vizinho sentiu-se mal, e mais uma vez, por pena (lembram-se do post sobre relações por pena?), deixa-se embrenhar nestas artimanhas- sim para mim isto é tudo muito jogo de cintura, muito jogo de "golpe da barriga ou\e do baú", para assim o "caçar" de vez- e acaba por rever a decisão, para assim (já manipulado) deixar que ela o fizesse sentir o que antes julgava sentir.

POR AMOR DE DEUS! Tenho para mim que, a rapariga é claramente má pessoa, porque quem gosta não faz isso, ou então é muito boa rapariga mas muito burra, tenho também para mim que ele deixa de ser o que é ao lado dela, e é manipulado assim à força toda.
Desta feita, e aí sim a vossa ajuda precisar tanto, o que faço eu, euzinha, quando der de cara com estes dois juntos?

- Cumprimento a ele, e finjo que não a vejo. (NOT)
- Não cumprimento nem a ele, nem a ela. ( NOT NOT)
- Cumprimento os dois e sou simpática, mas cínica (NOT NOT NOT)
- Ou dou-lhe logo uma grande chapadona e pergunto o que anda ela a fazer a vidinha do meu caríssimo amigo. (Hum... HOT)

Ajudem-me. Antes que faça tudo errado...

By C.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Battery Low... Battery Low...

Nesta rua o dia começa com um balde de cafeína, não existem caras nem toiletes para ver, não há vizinhos giros nem feios, o cinzeiro transborda e a mente expande-se em ar.

Nesta rua, nesta casa, as únicas vidas que atentamos é a da caneta de gel ou da borracha, que em tempos já foi uma borracha.

Nem uma Amazónia chegava para o papel gasto e nem um barril de 50 litros de corrector erradicaria as olheiras que seguram os nossos olhos.

Se virem por ai, duas alminhas atafulhadas de cadernos e com dois riscos negros sob os olhos... não, não são a guerrilha... são as vitimas de uma guerra.

Matéria extremamente dificil 1 - Girls Next Door 0,00000

By N

Malditos...

... estes olhinhos que se focam em tudo menos no que é preciso!

A título de exemplo, uns papers, umas quantas equações matemáticas, uns dossiês bem recheados de matéria. Nisto sim deviam eles focar.

By C.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Sr. Telemóvel.


Se há coisa realmente importante para desviarmos o olhar, o caminho e a atenção da vizinhança que não queremos cruzar, falar ou simplesmente cumprimentar, essa coisa é o telemóvel.
Quantos de vocês- e sejam sinceros -nunca pegaram neste aparelho,o colocaram ao ouvido, com uns blá blá encenados, e simularam uma importante conversa (mesmo com o telemóvel desligado de qualquer chamada)?

Euzinha já! E não foi só uma, nem duas vezes, quantas mas quantas!
Então no supermecado onde se encontra vizinhança e meia, e não apetece falar com X ou Y porque ou são chatinhos, ou inconvenientes, ou porque simplesmente não estás num dia que apeteça presentear ninguém com muitos e sinceros sorrisos.
Esta VIP -Very Important Piece- do mundo contemporâneo, é nada mais nada menos do que a melhor solução para dias assim, a única coisa que terás que fazer é olhar para a vizinha do 5ºesquerdo levantar a outra mão que não carrega o dito cujo, assim em jeito de cumprimento, e prosseguir caminho com a pseudo-conversa ao celular.
Obrigada Sr. Telemóvel.
By C.

Regresso


E assim após um fim de semana, que como sempre me leva para infindáveis horas de conversa com a minha prima S., volto para esta bela cidade Invicta e os belos dos vizinhos deste prédio...

Porque do longe se faz perto, "Brigado por mais um dos nossos cafézes!"

Hum... gente do Porto que nos lê, será que por acaso sentem alguma familiaridade com o que falamos neste blog?

Pela nossa rica saudinha, esperemos que não...

By N.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Oi?


Tenho para mim, que os profissionais da bola não são bons da cabecinha...
Hoje aconteceu-me uma situação que não acho nada nada normal, quer vinda de uma pessoa totalmente livre e disponível, quer (como é o caso) de uma pessoa casada e com filhos, mas numa relação à distancia.
Pois bem... hoje ia eu jantar como habitualmente, ao Centro Comercial que temos bem perto de casa, e eis que sou surpreendia por um vizinho que só conhecia de vista (e que é amigo de grandes amigos e vizinhos nossos).
Ele: "Oi!"

Eu: "Ola..."

Ele: "Esta sozinha?"

Eu: "Ola.. Estou..."

Ele: "Posso acompanhar você?"

Eu: "Desculpa?! Não acho que não..."

Ele:" Mas você não está sozinha?"

Eu: "Estou... "

Ele: "Mas não posso acompanhar você?"

Eu: "Não... desculpa mas não.. nem te conheço..."

Ele: "Então um café pelo menos... mais logo...?!"

Eu: "Desculpa mas hoje não dá... fica para a próxima."

Ele:" Então podemos trocar o numero de telemóvel para marcar um café...?"

Eu: "Não, não vai dar... Nem sequer te conheço para isso... fica para uma próxima está?"

Ele: "Ok... pelo menos o nome... qual é mesmo o teu nome?"

Eu: "Chamo-me C.(ainda dei voltas a cabeça para improvisar um nome falso, mas cedo ou tarde saberia a verdade...)"

Ele (sorri): "Ah C. Prazer..."

Eu: "Prazer... tenho mesmo que ir... vemo-nos por aí."

Isto era tudo muito normal, não fosse ele, um vizinho apenas conhecido de vista, vizinho do lado, casado e com filhos. Por amor de Deus! Mas já não há respeito?
Estes profissionais da bola devem pensar... que o mundo se cinge...a isto!

Nota negativa para a abordagem. E para o vizinho também.


By C.


domingo, 24 de janeiro de 2010

Se as janelas falassem...


O que diriam as que vos rodeiam?
By C.

sábado, 23 de janeiro de 2010

PLEASE, PLEASE, PLEASE!


Take me to another place, another time, another view... another neighbours.
By C.

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Que saudade...

... me deu agora, de uma manhã de sexta-feira solarenga, em que se acorda cheia de energia, se ouve o piano do vizinho do 4ºDireito, se bebe o suminho de laranja na varanda, e se usufrui da praia, do sol e do mar.

Vamos todos pedir muito um Verão antecipado?

By C.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Perdidas por 100, perdidas por mil * 100º POST

(retirada do Blog da Vi)

Ora é assim mesmo, os 100 já foram, venham mais 1000 e depois inventaremos um novo mote.

Foram 100, 100 vezes que estes portáteis nos viram com as mais diversas caras; fomos felizes, também choramos, demos saltos e piruetas no ar com o 1ºcomentário, contámos histórias das quais nunca imaginaríamos fazer parte, imortalizamos dias "xpicials", afagamos aqui o nosso espirito, encontramos outros vizinhos por aqui e tudo, tudo isto, aqui... com vocês, conhecidos e desconhecidos.

Porque além de este ser um Diário para um dia mais tarde recordar, este também se tornou parte desta casa, um lugar que se tem de alimentar todos os dias, com palavras sejam elas quais forem, com opiniões, com visitas a outros vizinhos, com muita espontaneidade, pois é isso que acima de tudo, este anonimato trás. E sabe tão bem por vezes sermos tudo, 100 vergonha, 100 represálias e 100 absolutamente nada. Somos a C. e a N. perdidas num mundo que é nosso.

De quem nunca acreditou em blogues e agora não vive sem ele:

By N.
* * *


Pois bem meus excelentíssimos leitores, este é nem mais nem menos que o nosso post numero 100. E não podia ser mais 100tido escrever no blogue aquilo que 100 ele não seriamos.

Porque se nos perguntarem se podíamos viver 100vizinhos, 100 blog e 100 leitores? Podíamos, mas não era a mesma coisa.

Não há dia 100 que não seja lembrada a vontade de partilhar com vocês as historias do prédio e da vizinhança, as historias dos mais miúdos e dos mais graúdos, dos vizinhos mais presentes e dos mais ausentes. Dos que 100pre nos dão “pano para mangas” para escrever, e daqueles que não nos inspiram nada.

100 sombra de dúvida, o mundo dos blogues é um mundo encantado e só quem está no meio é que sabe, que tal como não se vive 100 café, 100 as pessoas que amamos, 100 telemóvel, 100 compras e 100 relógio, viver 100 escrever e ler os blogues, faz da vida assim… 100 graça nenhuma.

100 beijos, 100 esquecer a 100sacional razão de tudo isto… VIZINHOS!

By C.
mais

Estamos entendidos?


Hoje acordei assim, um bocadinho a tender para o mázinha. E por muito que queira ser amiguinha e compreensiva, não dá. Tenho a minha opinião e pronto.
Por isso meu caro, adorado, querido e imaturo vizinho, por muito que queiras que te dê razão, não dou. É que já dei voltas à cabeça e não posso concordar com uma coisa que não acredito de todo!
Portanto, resumindo e concluindo, vou virar as costas ao assunto.
Estás por tua conta. É que isto de andar sempre a servir de mamázinha ou de conselheira não dá. Não dá quando a "criança" não consegue ver a fonte de todos os problemas, por mais que sejam 300 mil vezes explicados. Sou muito nova para ter filhotes quanto mais para cuidar dos filhotes dos outros.
Ah e não venhas com helicópteros e tudo mais depois. É que ainda ouves um "raspanete". Sim desses mesmos, daquelas que as mamas dão as crianças.

Estamos entendidos vizinho? Ainda bem.
By C.


Ler o futuro em folhas de jornal

Mais um café 5 *

Depois da azáfama da C. em ver o seu Porto quase, quase que a perder e eu a implorar para que assim o fosse (não lhe digam nada), o vizinho das multas apareceu e deu um ar de si.

Não sei como tudo começou, mas o certo é que acabei a ver o futuro em folhas de jornal... olhos revirados, uma pergunta, um número para as folhas a virar e, acreditem-se os menos crentes que aquilo tinha algo de correcto.

Para o número do euro milhões calhavam telefones, para cor de cabelo dos amores apareciam pessoas singulares na página (umas carecas mas pronto), para duração de relações apareciam números e até para saber se a felicidade ia acontecer, apareciam locais e "grande nível de experiência gastronómica", e aí meus caros, não me culpem, as perguntas é que não eram especificas... a felicidade pode vir de muitos lados.

Como vêem os cafés continuam animados, e nesta época em que brota conteúdo para este blog, estes cafés adiam-nos.

Assim, se o tal de euro Milhões se virar para estes lados, saberão, mas...por enquanto dormir é uma boa previsão para o momento.

By N.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

As janelas contam histórias.


Ontem numa habitual ida a varanda e numa habitual análise de cada janela que nos cerca e nos inspira para o dia-a-dia deste blogue, reparámos que há vizinhos que não são simplesmente actores da novela que nós assistimos diariamente, existem vizinhos que fazem parte da nossa própria “película” e fazem tão mas tão parte dela, que se um dia deixarem esta rua nós vamos sentir muita muita falta.
E será estranho a entrada de novos “actores” porque a história não será a mesma.

Desta forma, temos também que, para nós, grande parte do tempo que passámos em casa, o passámos a olhar atravês da janela, já não é sequer controlável, é automático, é rotineiro, é hábito.
Os olhos e as janelas, são ingredientes fundamentais na vida deste blogue, bem como dão vida à nossa vida.
Sem tudo isto, não era a mesma coisa.
By C. and N.

Nova vizinhança 3 @ "STRA Blog"

O meu vizinho debaixo arranjou um cão.


Estou convencida que esta foi a maneira mais simpática que ele arranjou para me dizer:
Vê lá agora se tens coragem de voltar a deixar cair roupa enquanto a estendes.

A verdade é que a roupa sai da máquina toda enrolada e quando estendo toalhas e lençóis algumas (ok, muitas) vezes há uma peça pequena que vai enrolada e que acaba no jardim do vizinho.
E eu tenho vergonha de ir bater à porta para resgatar a minha roupa de volta, então espero pacientemente que ele a ponha no corrimão das escadas e trago-a de volta ao lar (e, obviamente, à máquina de lavar).

Agora sei que qualquer descuido futuro terá outro fim. Já que cada vez que abro a janela para estender a roupa, ele - o cão, não o vizinho -, põe-se em sentido a olhar para mim. No fundo está a policiar, à espera que algo corra mal, já que qualquer distracção minha resulta num novo brinquedo para ele...

@ STRA blog

By N.

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Bichanos bichaninhos...

Com tantos nervos sobre estas almas, uma ida á varanda para esfumaçar e ver o mundo sabe sempre bem. Mais choque térmico, menos choque térmico, a varanda é uma amigalhaça.

Só que hoje, nos cerca de 70/80 apartamentos a que conseguimos ter acesso (acreditem-se), havia movimento como não víamos há muito. Janelas com cortinas subidas e decorações estranhas, novas caras, novos vizinhos que estudam e que possivelmente nos farão companhia numa noite de estudo.

Mas o melhor melhor, foi passarmos de uma ponta da varanda para a outra, lado a lado, para ver uma alminha desprovida de vergonha que cozinhava... á semelhança dos vizinhos surfistas, este novo (?) vizinho ostenta um belo corpo e pelos vistos também cozinha... das duas uma, ou andam a ler o nosso blog ou isto tá a virar moda. E claro, para ajudar ao bom dia que está a ser, a C. tropeçou na grade que temos na varanda, e eu para abrir a janela da cozinha para não parecer muito mal ia pisando o portátil dela.

Além deste novo vizinho que também cozinha, temos um novo vizinho de 4 patas que habita na casa dos surfistas... taummmm lindo!
Sim, e como se isso não fosse já uma novidade, vejo-o pouco tempo depois, preso por uma trela a passear com o seu dono... Ah!...e um cão a passear dentro de um carrinho de compras...

E nisto fecho as cortinas do quarto que o meu coração hoje não aguenta muito.

By N.

Nervos


Que nervos... a sério!!! Quantas mas quantas vezes sentiram os vossos esforços (dos verdadeiros) ir por água abaixo?? Hum?

Hoje foi um rio de esforços... direitinhos a um ataque de nervos!!! Horas e horas de estudo, acompanhamento regular da matéria ao longo do semestre e tunga!!! Vai buscar!! O exame, a cadeira de mestrado que melhor se relacionava comigo, cheia de exercícios de resolução demorada, complicada e extremamente passível de induzir em erros...

E faço a cadeira? Acho que sim... mas quero lá saber, eu vou lá voltar, encarar o boi pelos cornos e ai... sou eu e ele...

By N.

Desafio.


A Bomboca do Amor lançou-nos um desafio e eu vou cumprir, bem como a N. posteriormente.
A regra é escrever 10 coisas que não saem do meu pensamento.
Cá vai:

1 - O dia-a-dia dos vizinhos (principal e essencialmente do que veste armani).

2 - Os 6 anos de uma grande história com contornos tanto bons como menos bons, e até quando durará.

3 - Os 300 biliões de exercícios que tenho que fazer para terminar o meu curso em breve.

4 - Os 300 biliões de exercícios que tenho que fazer no ginásio, não para ficar perfeita, mas para permanecer lá perto.

5 - Sapatos e Malas.

6 - O bolo de chocolate da querida vizinha.

7 - As viagens que fiz e as que quero fazer.

8 - O Filme Avatar e o quão bom seria viver em Pandora.

9 - O porquê de terem trocado o David Beckham por um tal de Cristiano Ronaldo na publicidade Armani.

10 -O final dos exames, e a festa e o jantar que vamos dar nessa altura.


By C.

Oficialmente...


Não se veste armani nesta casa.
Pelo menos durante os próximos tempos.
By C.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

my dear, i don't give a dam


É que já nem me lembrava daquela cobrinha, que me agoniava os dias no bar!!!!

Olha aqui está ela, a tomar café a noite e a falar comigo como se nada fosse...tsc tsc... nada era se o teu namorado não estivesse com os olhitos pregados aqui na C. e tu fizesses algo em relação a isso. Que pena haver perpetuação de tais pessoas...

Mas, cobras e cabr*** aparte...

...um mês depois de muito café e afins, por maior a vontade de trabalhar num bar, a vontade passou a obrigação... sim, gosto de trabalhar em bares, mas neste momento faço-o por gosto e não por necessidade (a não ser a necessidade por compras espontâneas), pelo que, como quem não corre por gosto cansa, e eu cansei...

Ao inicio não queria sair para não dar ar de fraca, mas ideia a minha, como se fraca fosse continuar ali... tudo explicadinho ao gerente, que muito compreensivo aceitou, compreendeu e pediu desculpa pelo que não fez e tudo explicadinho ao big boss que, independentemente da minha saída ia tomar atitudes. É o que dá trabalhar num sitio onde os sócios num dormem para o mesmo lado.

Saí, explicações dadas a quem tinha de as receber e não é que nesse mesmo dia o bar fecha por falta de não-sei-que??? Hum... eu juro, juro que não fui eu...

E agora a cobra perdeu um dos empregos... e qualquer dia perde o namorado... falsa... odeio pessoas assim, e mais do que uma vez ela me provou que o era...

Sabem porque esta estirpe de pessoa existe??


"Um dia uma cobra perseguia exaustivamente um pirilampo... ele farto de fugir, decidiu parar e perguntar-lhe:

-Posso fazer-te duas perguntas?

-Hum... podes, de qualquer modo vou comer-te a seguir...

-Pertenço á tua cadeia alimentar?

-Não...

-Então porque me queres tu comer?

-Porque não suporto ver-te brilhar."


Aqui está a resposta.

By N.

domingo, 17 de janeiro de 2010

Mais do mesmo.


E porque aos Domingos tudo para cá para ver ídolos. Os vizinhos, os pais dos vizinhos, os tios dos pais dos vizinhos, os vizinhos dos vizinhos, e por aí fora.
Só uma nota:
ABOLIR AS PITAS TODAS A GRITAR QUANDO O FILIPE ESTÁ EM PALCO.
Ele tem imenso talento, mas elas dão cabo dos ouvidozinhos de qualquer telespectador.
By C.

Dificuldades de comunicação!

Nesta rua, nesta cidade, neste país...

"Bora lá" passar à acção?

By C.

Relações à distância.


Queridos leitores, digam de vossa justiça, relações à distância resultam?
Temos uma vizinha que vive, já algum tempo, uma relação à distância. Uma relação que já lá vai para cima de quatro anos, e se esta distância era de 30 ou 40 km, agora passou para duas cidades que distam cerca de 300km entre si.
A juntar à festa há trabalho, horários a serem cumpridos, há folgas não coincidentes, e há uma série de coisas que levam uma relação a ser vivida de muito telefone, e de pouco afecto e carinho físico, de calendários com dias marcados e contados.

E pior... de um túnel em que não se sabe quando se verá luz, i.e., não se saberá quando esta situação á distância terá fim. Quando fisicamente estarão a viver e a conviver no mesmo espaço e se resultará dessa nova forma.

Posto isto, valerá a pena viver uma relação assim? Onde a certeza e a incerteza de um futuro bom e feliz caminham de mão dada?
Ajudem-nos a ajudar a nossa vizinha fazfavor.
By C.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Berrar, assobiar e cantarolar...

... no banho!
Se há local onde tudo entoa, esse local é a casa de banho.
O autoclismo dá logo sinal de quando a vizinhança do prédio vai "enviar uns faxes", lavar os dentinhos, ou tomar a bela da banhoca. E quando esta, a banhoca, vem acompanhada de um autentico concerto musical, todos dão conta do espectáculo. E hoje houveram para cima de três.

Eu própria canto no duche, as vezes. Tenho faixas musicais que uma vez ou outra lá vou cantando e presenteando os vizinhos.
Qual ídolos qual quê.
By C.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Viver ou sobreviver?


Acho que todo o ser humano já teve uma grande nuvem com uma grande questão a pairar sobre a cabeça. E a resposta a essa questão é tão importante que define o viver do sobreviver. Define o mudar tudo pelo desconhecido, ou apenas manter o conhecido, mesmo que não seja perfeito, mas que certamente é muito bom.

Estou completamente baralhada, e costumo ser uma pessoa cheia de certezas, inabaláveis, mas desta vez, eu confesso estou muito.
Porque se por um lado eu tenho toda a razão do mundo, por outro dizem-me as três palavrinhas mágicas e pondero de que lado esta a razão. Porque estas palavras a serem verdade, ditam o que é do que poderia ser.
Acabar com este assunto de uma vez por todas, ou fazer com que ele viva e, quiçá, nunca morra?
Maldito vizinho que me fazes andar com nuvens na cabeça.

By C.

Tens concorrência vizinho...

...ou talvez não.

By C.

WTF?


Depois da história do namorar por pena e não por amor, paixão, ou atracção, vem a história do "esconder" a namorada, ou espécie de namorada, para não serem vistos juntos. Oh God vizinho!
É entrar e sair pela garagem a 120km\h, é evitar os cafés da rua e o Centro Comercial logo ali. É ter as cortinas sempre em baixo, como se de uma casa abandonada se tratasse. É um conjunto de esquemas e estratégias que definem que quando não se está bem, tudo há a temer.
A seguir vem o quê? Uma estratégia para entrar pela janela traseira do quarto e abolir totalmente a entrada pela porta principal?

Escusadamente meu caro. É que a avaliar pelas atitudes, tudo morreu mesmo antes de nascer.

By C.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Porque será...

Porque será que o vizinho dá cabo da paciência da C.... queria ele ficar assim...

"Caro vizinho, és armani, num és Calvin Klein, e tu queres, eu sei que queres muito, eu e muita gente, mas em bom português, "quando tives-te que ter colh*** eles fugiram-te "pró" Cu. "

E sim, meninas bonitas também dizem asneiras...

by N.

100 Paciência.


Tragam-me um vizinho que vista Calvin Klein. O que veste Armani anda a dar cabo da minha santa paciência.
By C.

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Welcome... u are gorgeus!!!

Megan Fox

Eu agora estou assim... no limiar de montar a barraca junto ao espelho e ficar lá a admirar a bela da magia que me tocou...

Hoje foi o dia, o dia em que precisamos de algo mais, mudar, acreditar e confiar num par de mãos. E assim por mais que a carteira tenha estremecido, a alma está mais leve e eu sinto-me assim... gira gira gira!! Insuportável... e sabe bem estar assim!!

A vida pode correr bem, mas ir fazer aquela mudança de novo ano, acreditar nas mãos de uma cabeleireira desconhecida faz com que tudo seja muito, mas muito melhor...

Obrigatório a todas as alminhas que andam perdidas de si própria, e que quando ouvem um elogio olham para o lado para ver para quem foi...

E assim tão simplesmente um eu adormecido acordou:

"Olá vizinhos eu sou a N."

By N.

Raciocinio, rapidez e estupidez


Estamos oficialmente sem juízo!

Montes e montanhas de cadernos, livros, fotocópias, canetas, calculadoras, portáteis e outras tantas maquinarias têm tido presença em qualquer recanto da casa ou café que frequentemos. Obviamente, tais companhias criam em nós uma doença estranha chamada loucura, ou bebedeira de água. Além de noutros anos termos começado a escrever na mesa as funções e raciocínios que a mente libertava, desta vez, no café da vizinhança, esse tal de raciocínio extraviou-se todo perante um jogo, o jogo do "Stop".

Sim, sim... jogamos ao jogo do Stop e foi coisa linda de se ver. Para quem desconhece, este jogo tem como finalidade, perante a escolha de uma letra do abecedário, escrever no mínimo de tempo possível, palavras começadas com essa mesma letra, em diversas categorias: nomes, países, marcas, cores, objectos, árvores, frutos, cidades e objectos.

Pois bem, qual "Isaac Nilton", qual quê, aquilo nem com maças a bater no cérebro lá íamos, ora vejam:

Cor com letra I : Invisível
Cor col letra T: tosco
Cor com a letra D: damasco

País com a letra N: New York
País com a letra T: Toronto

Árvore com a letra A: Ananaseiro
Árvore com a letra T: Tamareiro

Objectos...

Aqui extrapolamos o nosso conhecimento para mais além, e o que seria uma categoria de objectos, passou a ser uma categoria de "cenas":

Objectos letra U: urso de peluche
Objectos letra R: rato de peluche
Objectos letra I: Igreja e ilha
Objectos letra Q: Quináz ( o que queria era tenazes (?))
Objectos letra C: cão de peluche

Muitas das "cenas" não me recordo, mas ás vezes, só ás vezes, falava-se baixinho só para ninguém dar atenção á barbaridade... como para marcas por Richard, que obviamente desconhecia tal coisa mas começava por R.

Para completar, á noite nas respectivas mantinhas a ver TV no sofá, fomos abordadas por uma súbita vontade de baileys e pipocas... mas surgiu o convite para café e fomos salvas.

Acreditem-se, estamos oficialmente numa época difícil.

By N.

Ruins!


Nós somos ruins, muito muito ruins!
Depois de um habitual e sempre bom café entre vizinhos, a conversa chegou à celebre pergunta: "O que fariam com o euromilhões?"
Ora eu e a N. a N. e eu, logo começamos a desenvolver o raciocínio e chegamos à conclusão que, para além das infindáveis viagens pelo mundo, das compras compulsivas por Paris, Milão, NY, Madrid, comprávamos uma Quinta, alias, uma Quinta não, uma fazenda, uma coisa em grande, e colocávamos lá todas as raparigas magras com o belo do silicone proeminente. Alimentávamo-las a Mcdonalds os dias todos e só quando elas estivessem com o peso ideal (300 kg mais coisa menos coisa) é que as "soltávamos" para o mundo real. Acabávamos com todo o tipo de ceras e materiais depilatórios (menos para nós).
Somos más não somos?
Também comprávamos o Real Madrid e despedíamos o Cristiano Ronaldo, bem como abolíamos os diamantes, as malinhas LV, as micro e justas camisolas, de todos os jogadores de futebol.

Mas também fazíamos as boas acções, se é que as citadas anteriormente não são excelentes acções, ajudávamos as criancinhas, os animais e os velhinhos.
Também comprávamos um ou outro café e conduzíamos aquilo até a falência, só por causa das coisas.
Passávamos a ter vizinhos em todas as partes do mundo, visto que passávamos a ter habitações como ninguém.
Abolíamos os scanners nos aeroportos.
Para? Realmente,para nada, não iria ser necessário uma vez que íamos ter aviões privados, e não íamos fazer explodir o nosso próprio aviãozinho pois não?
Construíamos um mundo de Avatares só para irmos lá de vez em quando brincar tal disneyland.

Back to reality! Mesmo assim, vamos lá esfregar as mãozinhas e esperar por sexta-feira.
Deus nos perdoe. A nós e aos nossos pensamentos ruins.
By C. and N.