segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

my dear, i don't give a dam


É que já nem me lembrava daquela cobrinha, que me agoniava os dias no bar!!!!

Olha aqui está ela, a tomar café a noite e a falar comigo como se nada fosse...tsc tsc... nada era se o teu namorado não estivesse com os olhitos pregados aqui na C. e tu fizesses algo em relação a isso. Que pena haver perpetuação de tais pessoas...

Mas, cobras e cabr*** aparte...

...um mês depois de muito café e afins, por maior a vontade de trabalhar num bar, a vontade passou a obrigação... sim, gosto de trabalhar em bares, mas neste momento faço-o por gosto e não por necessidade (a não ser a necessidade por compras espontâneas), pelo que, como quem não corre por gosto cansa, e eu cansei...

Ao inicio não queria sair para não dar ar de fraca, mas ideia a minha, como se fraca fosse continuar ali... tudo explicadinho ao gerente, que muito compreensivo aceitou, compreendeu e pediu desculpa pelo que não fez e tudo explicadinho ao big boss que, independentemente da minha saída ia tomar atitudes. É o que dá trabalhar num sitio onde os sócios num dormem para o mesmo lado.

Saí, explicações dadas a quem tinha de as receber e não é que nesse mesmo dia o bar fecha por falta de não-sei-que??? Hum... eu juro, juro que não fui eu...

E agora a cobra perdeu um dos empregos... e qualquer dia perde o namorado... falsa... odeio pessoas assim, e mais do que uma vez ela me provou que o era...

Sabem porque esta estirpe de pessoa existe??


"Um dia uma cobra perseguia exaustivamente um pirilampo... ele farto de fugir, decidiu parar e perguntar-lhe:

-Posso fazer-te duas perguntas?

-Hum... podes, de qualquer modo vou comer-te a seguir...

-Pertenço á tua cadeia alimentar?

-Não...

-Então porque me queres tu comer?

-Porque não suporto ver-te brilhar."


Aqui está a resposta.

By N.

1 comentário:

Raquel disse...

Xiiii, do que me foste lembrar... Detesto pessoas assim.

Beijos